Livro: O Senhor dos Anéis – As Duas Torres


O livro, dividido em duas partes, fala da continuação da jornada da agora separada Sociedade do Anel.
Enquanto Aragorn, Legolas e Gimli vão atrás dos hobbits Merry e Pippin, que foram raptados por orcs, Frodo e Sam vão aravés do labirinto dos montes escarpados das montanhas Emyn Muil em direção a Mordor.

Mas os orcs que raptaram os hobbits não são o que parecem; as Emyn Muil são praticamente intransponíveis. Aragorn, Legolas e Gimli trombam com a tribo dos cavaleiros de Rohan; Frodo e Sam são obrigados a aceitar a ajuda de um guia no mínimo controverso;

Enquanto isso, Merry e Pippin vão parar na floresta Fangorn, imensamente enorme e antiga – e despertam uma força que ninguém esperava.
E o trio de corredores acaba indo parar na capital de Rohan, onde o rei Théoden está malignamente sob a influência de um servo de Saruman.

Dos três livros em que O Senhor dos Anéis foi dividido, essa é a parte que eu mais gosto, porque adoro Rohan, Fangorn e o mago branco.
Além dos meus personagens favoritos da trilogia inteira: Éowyn, princesa de Rohan, Barbárvore – a tradução do nome vai ficar pra sempre – e Faramir.

De qualquer forma, aqui toda a lerdeza aparente do início da história, em A Sociedade do Anel, desaparece por compelto, e agora sabemos realmente qual a força da história e do mundo criados por Tolkien. É muito bonito a gente ler as descrições que ele faz dos elfos e pans, mas é com o mundo verdadeiramente medieval fantástico da honra e da guerra em Rohan que percebemos toda a magia dos personagens mais interessantes da trilogia: os humanos.

3 ideias sobre “Livro: O Senhor dos Anéis – As Duas Torres

  1. Adorei o post,esse livro eu não li apenas assisti o filme,creio que o livro seja tão bom quanto.
    Não sei se vc se interessa por selos mas tem um no meu blog pra vc!
    Beeijo =)

  2. Embora minha parte preferida de O Senhor dos Anéis seja a terceira, O Retorno do Rei (aplicável tanto ao livro quanto ao filme), As Duas Torres também está cheio de coisas empolgantes, especialmente, como você disse, a descrição da sociedade dos bravos e honrados Senhores dos Cavalos (“Horse Lords, the Men of Rohan, allies of Gondor, the land below…” Isso faz parte de uma música de que gosto muito). No filme, as paisagens maravilhosas combinadas à música mais maravilhosa ainda, continuam me causando arrepios, não importa quantas vezes eu veja (tenho a trilogia em DVD). E, voilà, finalmente alguém concorda comigo que os personagens mais interessantes de SdA são os humanos. Acho os elfos de Tolkien etéreos demais para o meu gosto, os elfos de DragonLance são bem mais empolgantes. Quanto aos anões, têm seu charme, mas não tanto quanto os humanos.

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