Livro: Flying Too High

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Em 1928, a estilosíssima Phryne Fisher, recém chegada a Melbourne, decide se tornar detetive particular. Dessa vez ela precisa dar conta de alguns casos complicados: um grandalhão ruidoso é acusado de ter matado o pai – mas sua mãe e sua irmã bradam sua inocência. Ele é dono de um campo de aviação, e Phryne pede ajuda da sua amiga aviadora para resolver o caso.

Enquanto isso, uma menininha de seis anos é raptada e Phryne precisa encontrá-la antes que a polícia entre no caso.

Phryne é minha nova detetive favorita: ela usa roupas fabulosas, tem dinheiro à beça, é altamente promíscua, curte bom vinho e boa cozinha – enfim, tudo o que eu quero ser quando crescer. A cena de Melbourne dos anos 20 foi cuidadosamente reconstruída pela autora, e os personagens coadjuvantes que ajudam Miss Fisher são ótimos. Dot, a dama de companhia religiosa, Bert e Cec, os taxistas comunistas, e Mr. e Mrs. Butler, os empregados da casa, dão um colorido à história que é essencial.

O teor feminista que está nas entrelinhas também é bem agradável – dessa vez conhecemos Bunji Ross, uma aviadora incrível que deixa vários homens chatos no chinelo.

Recomendo!

Flying Too High (1990) de Kerry Greenwood. Série Miss Fisher Livro 2

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