Livro: Dead Beat

Tudo começa quando Mavra, uma vampira da Corte Negra, ameaça entregar à polícia fotos que incriminam a tenente Murphy e a farão ser presa e ter sua carreira arruinada. Para que ela não faça isso, a vampira quer que Dresden localize e entregue a ela um poderosíssimo livro de necromancia.

Para salvar Murphy, Dresden aceita pegar o livro, sem saber no entanto que o mesmo é foco de uma corrida contra o tempo que envolve diversos necromantes para que seja feito um ritual no dia de Halloween que vai criar um semi-deus que poderá destruir o mundo.

Suave.

Esse é mais um livro onde Dresden acaba enfrentando seres acima do seu poder: Mab, a rainha das fadas; o Rei da Caça, um espírito poderosissímo; Capricorpus, um devorador de corpos; Lasciel, um anjo caído; Mavra, rainha da corte negra dos vampiros; todos esses são apenas alguns dos vilões que Dresden tem que enrolar para conseguir salvar aqueles que ama.
Para ajudá-lo nessa briga estão Butters, um nerd que trabalha num necrotério; Mortimer, um charlatão que diz falar com espíritos mas na verdade apenas sente suas auras; Michael, um cavaleiro templário; Thomas Raith, um vampiro banido e meio irmão de Harry; Mouse, um cachorro gigante; os Wardens, campeões da justiça do Conselho Branco dos Magos; Bob, um elemental do ar preso a um crânio humano; um grupo de lobisomens adolescentes e, por último mas não menos importante, Mister, um gato desdenhoso.

A ação ininterrupta, que conta com várias cenas de Harry getting his ass kicked por todos os vilões já citados, culmina com um ritual demoníaco em que Harry comparece em grande estilo: cavalgando um tiranossauro-zumbi.

Como não amar?

Como todos os livros da série sobre Harry Dresden, mago profissional, esse é divertido, empolgante, cheio de ação e cenas de tirar o fôlego – sem deixar passar também o clima noir da narrativa em primeira pessoa e insights cada vez mais profundos na personalidade do personagem principal.
Mesmo que o número de coadjuvantes seja alto, o autor não deixa a peteca cair, e o leitor nunca se perde. Da mesma forma, a história segue um padrão meio romance-policial de “tudo se resolve na cena final”, e todas as peças se encaixam sem deixar nada de fora. Mais um exemplar de uma das minhas séries favoritas que recomendo a todos.

Uma ideia sobre “Livro: Dead Beat

  1. Você tem livros muito legais, e gosto de vir aqui porque sempre encontro livros que nunca nem ouvi falar, mas pelo menos vou anotando, e o dia que eu me animar a ler em inglês, já sei vários deles! o
    Esse com certeza me chamou muito a atençao. Oo

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