Livro: Crônicas Birmanesas

Parece que depois de ter passado um tempo na China, o autor canadense foi para a Birmânia (ou Mianmar) com a esposa, que trabalha nos Médicos sem Fronteiras.
Eles têm um filhinho, e cabe a Guy, enquanto monta um escritório pra desenhar, cuidar do bebê. 
A vida como “dono de casa” na Birmânia é interessante, e Guy se interessa muito pela situação ditatorial do país.
O livro então conta dos dezoito meses que o casal passou nesse país completamente fechado e onde tudo é controlado – os Médicos sem Fronteiras chegam a ter sua internet bloqueada por que mencionaram o nome de um grupo revolucionário em um e-mail – e a colonização britânica ainda se fas sentir – como por exemplo nos carros, que são todos antigos e com o volante do lado direito.
Como no outro livro dele que eu li, ele é bem irônico e sarcástico sem deixar de ser tocante em alguns momentos. 
Uma visão interessante da Birmânia é permeada com reflexões pessoais, mas tudo com muito bom humor.

Gostei bastante também.

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