Livro: Artemis Fowl – O Código Eterno

Artemis é amigo do povo das fadas. Ou pelo menos é isso o que gosta de pensar.
Claro que o fato de que ele usou tecnologia roubada deles para construir um supercomputador não necessariamente precisa ser divulgado.
Só que quando ele tenta usar esse supercomputador para chantagear Jon Spiro, um inexcrupuloso milionário norte-americano que tem ligações com a Máfia de Chigago, as coisas não acontecem exatamente de acordo com o plano, e agora Artemis está bem pior do que antes: Butler está inutilizado e Spiro roubou o supercomputador. O que não seria tão ruim assim se Butler não estivesse morto e o computador não tivesse acesso à informações do povo das fadas.
Desesperado, Artemis pede ajuda a Holly Short, capitã da Liga de Elite da Polícia das fadas, para que ela possa curar Butler.
O que ela faria de bom grado se a Cidade do Porto, capital do reino das fadas, não estivesse em estado de alerta porque “alguém” conseguiu invadir o sistema de segurança – ou seja, algum computador dos humanos teve acesso a informações do reino das fadas.
Quando Artemis revela que foi o seu computador, com tecnologia mista de humanos e de fadas, que fez o contato, e que esse computador está nas mãos de um cara que só quer saber de ganhar mais dinheiro, Holly, Palha e Juliet (irmã mais nova de Butler) recebem ordens não oficiais do Comandante Raiz de recuperar o computador imediatamente.
Antes que o Povo seja revelado aos humanos.
O livro é muito legal. Eu não tinha gostado tanto assim quando li pela primeira vez, mas essa relida que eu dei pra escrever no blog o deixou bem divertido. A parceria entre os quatro que invadem as indústrias Spiro é hilária: um anão cleptomaníaco, uma elfa esquentada com treinamento militar, um menino mimado que é o cérebro da operação e uma menina de 18 anos que teve treinamento ninja. Vale a leitura.

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