Livro: Artemis Fowl – A Colônia Perdida

Quando ocorreu a última batalha entre os humanos e os seres encantados, os demônios não quiseram saber de ir para o subterrâneo, e sete feiticeiros fizeram com que a ilha onde viviam fosse retirada do tempo.
Só que os demônios são irremediavelmente atraídos pela Terra, e alguns aparecem de vez em quando, viajando pelo tempo e pelo espaço. Potrus, o centauro responsável pela segurança do Povo, tem maneiras de prever quando esses desgarrados vão aparecer. Mas Artemis Folw descobre uma nova equação nos cálculos de aparições e acredita que um demônio vá aparecer no meio de uma apresentação da ópera Norma, em um lotadíssimo teatro humano.
Ele se oferece para impedir que o demônio seja revelado aos humanos, causando a divulgação da existência do Povo, e com a ajuda de Holly Short, agora sua amiga pessoal, planeja uma interceptação do demônio quando ele aparecer.

Só que ele não contava com um outro fator de risco: Minerva, uma gênia mirim de doze anos que captura o demônio para poder exibi-lo como descoberta científica e ganhar o Nobel.

Além disso, o livro segue a vida miserável de Nº1, um demônio simpático que não compartilha do amor que seus comanheiros sentem pelo sangue e pela violência e por isso sofre abusos dos colegas e superiores. É esse personagem que vai aparecer no teatro, sem suspeitar de que dois grupos implacáveis liderados por humanos gênios estão querendo capturá-lo.

Não vou negar que o clichê de colocar uma garota gênio nas aventuras de Artemis me irritou um pouco, mas Minerva é bem divertida e não parece querer aparecer muito nas continuações, então eu perdoo.
Eu gostei muito do Nº1 – ele não está acostumado a falar inglês, então cada palavra nova que ele aprende é interessante para ele principalmente pela sonoridade. Para mim que sou linguista isso é bem divertido.
Bem legal.

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